domingo, 4 de setembro de 2011

RUMO À PEDOFILIA: “CAIXAS DE SEXO” PARA CRIANÇAS DO JARDIM DA INFÂNCIA NA SUÍÇA PARA ENSINAR QUE A SEXUALIDADE É PRAZEROSA



BASILEIA, Suíça, 25 de agosto de 2011 (Notícias Pró-Família) — Crianças do jardim da infância na cidade de Basileia, Suíça, receberão modelos de fábrica dos órgãos sexuais humanos numa “caixa de sexo” para lhes ensinar que “entrar em contato com partes do corpo pode dar prazer”. 

O kit dos professores que darão as lições de educação sexual para crianças da escola primária usa modelos e recomenda que as crianças façam massagens umas nas outras ou se esfreguem com sacos de areia quentes, com o acompanhamento de música suave, de acordo com o jornal The Local, um jornal em inglês.
 

“As crianças precisam ser incentivadas a desenvolver e experimentar sua sexualidade de um modo prazeroso”, Daniel Schneider, vice-diretor do jardim da infância em Basileia que ajudou a desenvolver o currículo de educação sexual junto com especialistas, havia dito no começo deste ano. 

Ele acrescentou: “É importante que elas aprendam a dizer ‘não’ se não querem ser tocadas em certa área”.
 

Conforme foi noticiado, as autoridades educacionais que estão recebendo uma enxurrada de mais de três mil queixas vindas de pais indignados concordaram em mudar o nome do programa, mas não farão nada para impedir os materiais de serem distribuídos nas escolas, de acordo com o The Local.
 

sábado, 3 de setembro de 2011

SAÚDE DE PG IMPLANTA REDE DE ATENDIMENTO


Centro de Atenção Psicossocial-I, o CAPS Infantil, que será inaugurado em breve,
irá integrar rede de atendimento à vítima de violência sexual

Primeiras mudanças no sistema de atendimento às vítimas foram colocadas em prática pela Secretaria. Por dia, Conselho Tutelar recebe cinco denúncias de abusos contra crianças.

A Secretaria de Saúde de Ponta Grossa já iniciou a operacionalização da rede de atendimento à vítima de violência sexual dentro de sua estrutura. Os primeiros procedimentos já modificados foram apresentados pela coordenadora da rede, a enfermeira Vivian Moraes, durante o II Fórum de Enfrentamento à Pedofilia, recém-realizado na cidade. 

Apesar de este trabalho ser voltado à otimização da estrutura para o amparo de todas as vítimas de violência sexual, incluindo adultos, a maioria dos casos registrados no Município envolve crianças. Diariamente, o Conselho Tutelar tem recebido em média cinco denúncias de abuso contra adolescentes, meninos e meninas em Ponta Grossa.

Vivian detalha que várias mudanças já foram realizadas nesta estrutura, com o objetivo de não vitimizar ainda mais as pessoas que procuram o atendimento. “Nós estamos implantando as notificações dos casos, mas já contamos com o sistema todo informatizado. 

Com isso, a pessoa que busca socorro só terá que relatar a violência que sofreu uma vez, durante o primeiro atendimento”, expõe.
Leia a matéria na integra no JM impresso.

MÃE CAUSA INDIGNAÇÃO AO COLOCAR SEIOS FALSOS PARA FILHA VENCER CONCURSO




Com apenas quatro anos a pequena MaddyJackson já é induzida a um verdadeiro ritual de beleza. Ela participa de concursos desde que tinha 9 meses e chocou internautas ao aparecer  usando próteses de seios falsos e roupa justa.

De acordo com o tabloide britânico “Daily Mail”, o excesso de vaidade é obra da mãe: a menina foi produzida por Lindsay Jackson com seios, peruca, maquiagem e outros apetrechos para fazer um cover da cantora Dolly Parton durante um concurso. 

Em entrevista ao programa “Today”, da NBC, Lindsay tenta se explicar: “Para algumas pessoas, é um exagero, mas para nós isso acontece... é normal. Quando ela usa os seios e o bumbum falsos, ganha um bônus extra”.

A atitude causou protestos de grupos que acreditam que isso poderia influenciar outras meninas a adotar um comportamento semelhante. As manifestações têm ganhado força em redes sociais como o Facebook.

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

VIOLÊNCIA E EXPLORAÇÃO SEXUAL DE MENORES FOI TEMA DE ENCONTRO NO MUNICIPAL


Em sua 9ª edição, a jornada é uma realização da Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa do RS
FOTO: Fábio Dutra

A 9ª Jornada Estadual Contra a Violência e Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, que ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Teatro Municipal, debateu o desafio do financiamento e da qualificação dos serviços em rede no Estado e, principalmente, na cidade do Rio Grande. Durante o evento, foi anunciada a criação de um Centro de Referência no Atendimento Infanto-Juvenil (Crai), que possibilitará o atendimento da Polícia Civil, do Instituto Médico Legal, do Conselho Tutelar e do Atendimento Psicossocial num mesmo local.
O evento, em sua 9ª edição, é uma realização da Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa do RS e contou com a presença do presidente da comissão, deputado estadual Miki Breier (PSB); do secretário adjunto da Secretaria de Justiça e dos Direitos Humanos do RS, Miguel Velasquez; do deputado estadual Alexandre Lindenmeyer (PT); do vice-prefeito Adinelson Troca; do secretário municipal de Cidadania e Assistência Social, Leonardo Salum; da supervisora pedagógica da Secretaria Municipal de Educação e Cultura (Smec), Santa Diamantina Ramos; do bispo dom José Mario; e de representantes da Promotoria de Justiça, da Polícia Civil, da Defensoria Pública e da Furg.
No começo da tarde, a jornada foi aberta com a apresentação musical do grupo ToCaic da Furg. A seguir, as autoridades que compunham a mesa de discussão começaram a explanar sobre o tema. O representante da Secretaria dos Direitos Humanos, disse que veio a Rio Grande conhecer as reais demandas da cidade. Adinelson Troca, representando o prefeito Fábio Branco, disse que a cidade tem vários problemas que dizem respeito à exploração infantil e de adolescentes e que a jornada seria o momento propício para a comunidade mostrar a realidade e pressionar os representantes do Estado na busca de soluções.
O bispo dom José Mario, por sua vez, disse que hoje a violência e a discriminação contra crianças e adolescentes é uma das grandes chagas sociais e que somente com educação a sociedade pode dar boa qualidade de vida a essas pessoas. Lindenmeyer, em sua fala, alertou sobre o momento diferenciado que Rio Grande está vivendo e sobre as demandas que isso sugere. Ele disse que o desenvolvimento social tem que acompanhar o desenvolvimento econômico. Como exemplo citou que com o aumento da população, aumentou também o número de ocorrências policiais, mas o efetivo da Polícia Civil continua o mesmo, o mesmo ocorre com o judiciário, segundo ele. Para o deputado, a cidade não pode mais perder pessoal por salários diferenciados oferecidos em outros centros.
Comunidade denuncia mais
A promotora da Infância e da Juventude Luciara Pereira disse que a comunidade está denunciando mais casos de exploração sexual contra menores do que antes, através do disque 100, que possibilita ao cidadão denunciar de forma anônima. O problema está sendo dar conta de todas as denúncias. Além da falta de efetivo policial, a procuradora disse que falta criar uma delegacia específica para esse fim.
O deputado Miki Breier destacou que ocorrem em torno de oito casos de violência sexual por dia no RS e que a comissão está trabalhando para reduzir este número.
Ao fim dos pronunciamentos, a coordenadora da Pastoral do Menor no RS, Mariza Alberton, palestrou sobre o problema e mostrou alguns números do Brasil. Segundo ela, 27,3 milhões de crianças e adolescentes residem em famílias com renda per capta de até meio salário mínimo; 234 mil menores de 18 anos são chefes de família; o disque 100 recebeu 49,3 mil denúncias de abuso e exploração sexual de menores em 2010; e o Safer Net recebeu 32 mil denúncias de exploração infantil na internet no mesmo período.
A seguir, o secretário municipal de Cidadania e Assistência Social mostrou a realidade do Rio Grande e falou sobre as principais dificuldades que a cidade encontra para a proteção social, especialmente, de crianças e adolescentes. Segundo ele, faltam profissionais no Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas); falta urgentemente uma delegacia de polícia especializada para atender casos de exploração de menores; falta capacitar equipes de saúde para atendimento diferenciado; falta melhorar às condições de acesso dos profissionais ao serviço através de capacitação; o conselho tutelar precisa de uma equipe mais ampla e descentralizada; precisa melhorar o acesso ao meio rural; faltam vagas no hospital psiquiátrico e comunidades terapêuticas; há dificuldades em encontrar vagas nas escolas em determinados bairros; faltam técnicos para trabalhar no Caps I; falta ampliar a Estratégia Saúde da Família; entre tantos outros problemas.
Salum aproveitou o encontro para propor uma audiência com a participação do governador do Estado, Tarso Genro, para discutir o tema e, principalmente, para solicitar a criação da Delegacia de Polícia Especializada, que segundo ele é uma proposta que já existe e precisa apenas sair do papel. De acordo com o secretário, 64 casos de violência e exploração sexual contra crianças e adolescentes acontecem por mês em Rio Grande, e o problema é 10 vezes pior do que em Porto Alegre.
Por Tatiane Fernandes
tati@jornalagora.com.br

TERAPIA EM GRUPO É EFICAZ CONTRA TRAUMA POR ABUSO SEXUAL



Falar abertamente e em grupos de terapia sobre abuso sexual com crianças vítimas desse tipo de violência traz resultados rápidos.
É o que indica um estudo feito pela pesquisadora Luisa Habigzang, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, coordenada pela psicóloga Silvia Koller.
Elas avaliaram a redução dos sintomas psicológicos resultantes de abuso sexual em 49 meninas.
O grupo considerou como violência toda forma de contato sexual que saísse do desenvolvimento "normal" de uma criança, incluindo exposição a pornografia.
Primeiro, as pesquisadoras ensinaram às crianças o que é violência sexual. Depois, ativaram a "memória traumática" das crianças e fizeram um trabalho de reestruturação dessa memória.
Por último, trabalharam conceitos de sexualidade e medidas de autoproteção.
Em quatro meses, todas as pacientes tiveram uma melhora significativa, que tem se mantido estável nos últimos 18 meses.
"Em geral, tratamentos para casos de abusos não falam abertamente sobre sexualidade e são feitos individualmente", destaca Koller.
"Muitos duram anos, sem resultados efetivos."
Crianças vítimas de abuso costumam ter baixo rendimento escolar, ansiedade e são mais agressivas.
Das 49 meninas acompanhadas, 37 foram abusadas por um membro da família.
O modelo de tratamento foi adotado por prefeituras de 27 cidades do Rio Grande do Sul.
Folha.com 

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

ABUSO SEXUAL INFANTIL


O que é
Abuso sexual infantil é a exposição de uma criança ou adolescente a estímulos sexuais impróprios para sua idade.  Abuso sexual infantil é crime, e pode ocorrer nos mais diversos ambientes, como em casa pelo pai, padrasto ou parente próximo, casa dos vizinhos, no ambiente escolar praticado um professor ou até mesmo por um desconhecido. Quem comete esse tipo de crime é denominado pedófilo.


Formas abuso sexual infantil
Penetração vaginal ou anal na criança, tocar seus genitais, fazer com que a criança toque nos genitais de adultos, roçar os genitais de um adulto em uma criança e a exploração sexual de menores a fim de receber dinheiro com sua prostituição, são consideradas formas de abuso sexual infantil.
Conseqüências do abuso sexual infantil
O abuso sexual infantil pode causar danos psicológicos de longo prazo a uma criança, prejudica o seu desenvolvimento e algumas vezes a sua conduta. A criança vítima de abuso sexual pode desenvolver a sensação de solidão e abandono, pode se isolar, desenvolver uma depressão e distúrbios de comportamento. É comum  essas crianças perderem a confiança em todos os adultos, generalizando a experiência.
O que fazer em caso de abuso sexual infantil
Muitas vezes o abuso sexual infantil não é conhecido, pois algumas crianças são muito novas e não tem consciência da situação, principalmente quando é praticada pelos pais ou pessoas próximas e outras vezes ficam amedrontadas por serem vítimas de ameaças ou violência física. Se um adulto tiver conhecimento da situação deve imediatamente denunciar o agressor a uma delegacia da respectiva cidade e tirar a criança do convívio com este indivíduo. A justiça irá analisar o caso e tomar as medidas necessárias para a proteção da criança e condenação do criminoso.



TODOS TÊM QUE LER ISTO!


E  FAZER COM QUE SEUS  FILHOS, SOBRINHOS,
 E  MUITOS MENINOS E MENINAS  O LEIAM TAMBÉM!

Após  deixar seus livros no  sofá ela decidiu comer  um lanche e entrar  online. Conectou-se com  o seu nome na tela:
“Docinho14:”
Revisou sua lista de amigos e viu que Meteoro123 estava conectado.
Ela  enviou uma mensagem  instantânea:


Docinho14: Oi. Que sorte que vc está aí! Pensei que alguém me seguia na rua hoje. Foi esquisito mesmo!

Meteoro123: RISADA. Vc assiste muita TV. Por que alguém te seguiria? Vc não mora em um bairro seguro?

Docinho14: Com certeza. rsrsrs. Acho que imaginei isso porque não vi ninguém quando virei.

Meteoro123: A menos que vc tenha dado teu nome online. Vc não fez isso, né?

Docinho14: Claro que não. Não sou idiota, vc já sabe.

Meteoro123: Você jogou vôlei depois do colégio hoje?

Docinho14: Sim e ganhamos!

Meteoro123: Ótimo! Contra quem?

Docinho14: Contra as Vespas do Colégio Sagrada Família. rsrsrs. Seus uniformes são um nojo! Pareciam abelhas.. rsrsrsrsrs

Meteoro123: Como se chama teu time?

Docinho14: Somos os Gatos de Botas. Temos garras de tigres nos uniformes...São muito legais.

Meteoro123: Você joga no ataque?

Docinho14: Não, jogo na defesa. Tenho que sair. Tenho que fazer minha tarefa antes que cheguem meus pais. Não quero que fiquem
bravos. Tchau!

Meteoro123: Falamos mais tarde. Tchau. 

Entretanto Meteoro123 foi ao menu de membros e começou buscar sobre o
perfil dela. Quando apareceu, copiou e imprimiu. Pegou uma caneta e anotou
o que sabia de Docinho até agora.

Seu  nome: Tatiane 

aniversário: Janeiro 3, 1993.

Idade.: 13.:

Cidade onde vive: Santo Antônio da Platina, Estado do Paraná.

Passatempos: vôlei , inglês, natação e passear nas lojas.

Além  desta informação sabia  que vivia em Santo  Antônio da Platina  porque lhe tinha contado  recentemente. Sabia que  estava sozinha até  as 6.30 PM todas  as tardes até que  os pais voltavam do  trabalho. Sabia que  jogava vôlei nas quintas  feiras de tarde com  o time do colégio,  os Gatos de Botas.

Seu  numero favorito, o 4,  estava estampado na  sua jaqueta. Sabia que  estava na oitava série  no colégio Sebastião  Paraná. Ela tinha contado  tudo em conversas online.

Agora  tinha suficiente de  informação para encontrá-la.  Tatiane não contou  a seus pais sobre  o incidente ao voltar  do parque. Não queria  que brigassem com ela  e que lhe impedissem  voltar caminhando dos  jogos de vôlei. 

Os pais sempre exageram e os seus eram os piores. Ela teria gostado não ser filha única.

Talvez  se tivesse irmãos seus  pais não tivessem sido  tão sobre-protetores.
Na quinta feira Tatiane já tinha esquecido que alguém a seguia. Seu jogo estava em plena ação quando de repente sentiu que alguém a observava. Então lembrou. Olhou desde sua posição para ver um homem observando-a de perto.

Estava  inclinado contra a cerca  na arquibancada e sorriu  quando o viu. Não
parecia alguém de quem temer e rapidamente fugiu o medo que sentiu. Depois do jogo, ele sentou-se num dos bancos enquanto ela falava com o treinador.
Ela percebeu seu sorriso mais uma vez quando passou do lado.

Ele acenou com a cabeça e ela devolveu o sorriso. Ele percebeu seu nome nas costas da camiseta. Sabia que a tinha achado.

Silenciosamente  caminhou numa distância  certa atrás dela. Eram  só umas quadras até  a casa de Tatiane  quando viu onde morava  voltou logo ao parque  para procurar seu carro.

Agora tinha que esperar. Decidiu comer algo até que chegou a hora de ir à casa de Tatiane. Foi a uma lanchonete e sentou até a hora de começar seu objetivo.

Tatiane  estava no seu quarto,  mais tarde essa noite,  quando ouviu vozes na  sala. “Tati, vem aqui!”, chamou seu pai. Parecia perturbado e ela não imaginava o porquê. Entrou na sala e viu o homem do parque no sofá.“Senta aí”,
começou seu pai, “este senhor nos acaba de contar uma história muito interessante sobre você”.

Tatiane  sentou-se. Como poderia  ele contar-lhes qualquer  coisa? Nunca o tinha  visto antes de hoje!

“Você sabe quem sou eu?” perguntou o homem.

“Não‘” respondeu Tatiane.

“Sou polícia e teu amigo do chat, Meteoro123”.

Tatiane  ficou pasmada. “É impossível! Meteoro123 é um menino de minha 
idade!
Tem 14. e mora em Minas Gerais !”.

O  homem sorriu. “Sei que eu disse tudo isso, mas não era verdade. Veja, Tatiane, tem gente na internet que se faz passar por garotos; eu era um deles. Mas enquanto alguns o fazem para machucar crianças e jovens e fazer dano, eu sou de um grupo de pais que o faz para proteger as crianças dos
malfeitores. Vim te encontrar para te ensinar que é muito perigoso falar online. Você me contou o suficiente sobre você para eu te achar facilmente... Você me deu o nome da tua escola, do teu time e em que posição
você joga”.

O  numero e teu nome  na jaqueta fizeram com  que eu te encontrasse  rapidinho.

Tatiane gelou.
“Você quer dizer que não mora em Minas Gerais?”. Ele riu.
“Não, moro em Santo Antonio da Platina. Você se sentiu segura achando que
morava longe, né?”

“Eu tenho um amigo cuja filha era como você. Só que ela não teve tanta sorte. O cara a encontrou e a assassinou enquanto estava sozinha em sua casa. Ensina-se  as crianças e jovens a não dizer pra ninguém quando que 
eles estão sozinhos, porém contam isso o tempo todo pela internet.

As  pessoas maldosas te  enganam para tirar informação  daqui e de lá  online. Antes que você  saiba você já lhes  contou o suficiente  para ele te achar  sem você perceber.  Espero que você tenha  aprendido uma lição  disto e que não  o faças de novo.
Conta  a outros sobre isto  para que também estejam  seguros”.

“Prometo que vou contar!”.
Essa noite, Tatiane e seus pais ajoelharam-se juntos e agradeceram a Deus por protegê-la do que poderia ter sido uma situação trágica...

AGORA:
Por  favor envia isto a  tantas pessoas que você  possa para lhes ensinar  a não dar informação  sobre elas. Este mundo  em que vivemos hoje  é perigoso demais!

INCLUSIVE  REENVIE ISTO A PESSOAS SEM FILHOS PARA  QUE O ENVIEM A SEUS AMIGOS QUE TEM  FILHOS E NETOS.

CUIDADO  COM AS INFORMAÇÕES QUE VC PASSA NAS REDES SOCIAIS (ORKUT, MSN, FACEBOOK, TWITTER E OUTRAS).