sexta-feira, 6 de maio de 2016

GAROTA DE 15 ANOS SE DEDICA À LUTA PELO FIM DO CASAMENTO INFANTIL

Após sua melhor amiga, de apenas 14 anos, ter sido forçada a se casar, Omaima Hoshan luta contra esse 'costume'


Com 11 anos, Omaima Hoshan saiu de seu país de origem, Síria, e passou a viver em um campo de refugiados na Jordânia. Foi lá que ela começou a perceber que a maioria de suas amigas, quando completavam 12 ou 13 anos, se despediam de todos pois iriam se casar e abandonar a escola.
 
A adolescente decidiu fazer algo quando sua melhor amiga lhe contou que se casaria com um homem mais velho ao completar 14 anos. E, desde então, Omaima nunca mais a viu. Inspirada em Malala, ela decidiu que poderia ajudar a conscientizar as pessoas sobre os problemas do casamento infantil.

"Eu podia ver a dor das meninas que iriam se casar (...) Seus corpos não estão prontos para o parto e, emocionalmente, elas não estão prontas para serem esposas e mães", disse Omaima em entrevista ao Mashable.

Ela passou a explicar sobre o assunto para os amigos e para os pais de outras meninas. Ela também organizou aulas de desenho, canto e teatro para conversar melhor sobre o problema através da arte.
 
Omaima conseguiu o apoio da Agência da ONU para Refugiados, que oferece terapia de casal para aqueles que tentam forçar o casamento infantil - além de palestras sobre os riscos de gravidez na adolescência.

"Quando eu vejo meninas tão jovens se casando, eu fico assustada. Elas têm o seu futuro perdido e destruído e isso é algo que eu não posso aceitar", diz Omaima em vídeo da Agência da ONU para Refugiados.

O casamento infantil ainda é muito comum em diversos países. Na Síria, por exemplo, em 2011 aproximadamente 13% de todos os casamentos envolviam um menor de idade. 

FONTE: REVISTA CAPRICHO

http://capricho.abril.com.br/vida-real/garota-15-anos-se-dedica-luta-pelo-fim-casamento-infantil-947902.shtml

PEDÓFILOS FAZEM RIFAS POR MENINAS DE 11 ANOS NO INTERIOR DA BAHIA


Uma equipe do jornal inglês Daily Mail revelou um caso estarrecedor de pedofilia no município de Encruzilhada, no Sudoeste do estado. De acordo com reportagem publicada em 15/9, centenas de homens adultos apostam pouco mais de R$ 30, cada, para ter a chance de abusar sexualmente de meninas e adolescentes. Em um sorteio, os bilhetes são distribuídos como um bingo ou uma rifa. Ainda segundo a publicação, os prêmios mais disputados são as jovens virgens.

Tudo acontece a qualquer hora do dia e é de conhecimento da população da cidade e da polícia local. Em contato com o jornal, o advogado Michael Farias, que mora na cidade, afirmou que investiga os sorteios e apura que as menores são aliciadas para participar dos eventos que também reúnem homens de cidades vizinhas. “Uma quadrilha cuida da produção dos tickets com as jovens que vão ser sorteadas. Várias já foram sorteadas, com idades entre 11 e 17 anos”, afirmou. Ainda segundo Farias, a gangue já faturou muito dinheiro com os sorteios.

DESTAQUE MUNDIAL – A reportagem do Daily Mail ainda cita um dado preocupante: o Brasil é um dos países com maior taxa de prostituição infantil no mundo, de acordo com relatórios da Organizações das Nações Unidas (ONU). Segundo a ONG Menina dança, organização que trabalha com meninas em situação de risco em comunidades ao longo da BR-116, considerada como a ‘rodovia da exploração’ do Brasil, muitas pessoas não se surpreendem com os sorteios.

“Em muitas dessas áreas pobres da zona rural brasileira, mais precisamente ao longo dessas rodovias onde a prostituição está enraizada na cultura, a exploração sexual de crianças se tornou uma norma e não uma exceção”, afirma o membro da organização ouvido pelo jornal britânico, Warlei Torezani.

“De acordo com nossa experiência, pais e mães forçam as filhas a se prostituírem e os homens procuram serviços de crianças de 10 e 11 anos sem se inibir, porque eles não enxergam isso como crime”, revelou.

Em contato com o jornal, Arilando Botelho, chefe da Polícia Civil da cidade, confirmou que uma investigação policial sobre os sorteios havia acontecido e estava sendo estudada pelo escritório do Ministério Público local.

FONTE: Comunica Bahia

http://comunicabahia.com.br/pedofilos-fazem-rifa-por-meninas-de-11-anos-no-interior-da-bahia/

VOCÊ SABIA QUE 2 EM 5 CRIANÇAS SOFRE ALGUM TIPO DE ABUSO SEXUAL?

O QUE É VIOLÊNCIA SEXUAL?

Você sabia que 1 em 5 crianças sobre algum tipo de violência sexual? Muitas pessoas pensam que a violência sexual acontece apenas quando há contato físico. Mas a violência acontece de muitas formas, inclusive quando não há contato físico. Veja só o que pode ser considerado violência sexual:

·         Forçar ou encorajar a criança a tocar um adulto de modo a satisfazer o desejo sexual;
·         Fazer ou tentar fazer a criança se envolver em ato sexual;
·         Forçar ou encorajar a criança a se envolver em atividades sexuais com outras crianças ou adultos;
·         Expor a criança a ato sexual ou exibições com o propósito de estimulação ou gratificação sexual;
·         Usar a criança em apresentação sexual como fotografia, brincadeira, filmagem ou dança, não importa se o material seja obsceno ou não;
·         Tocar a boca, genitais, bumbum, seios ou outras partes íntimas de uma criança com objetivo de satisfação dos desejos;
·         Espiar ou olhar a criança se despindo, em momentos íntimos, tomando banho, usando o banheiro, com objetivo de satisfação sexual;

·         Assediar a criança, fazer propostas sexuais, enviar mensagens obcenas por telefone, bate-papo e outras ferramentas sociais de internet.


COMO POSSO PERCEBER SE MINHA CRIANÇA ESTÁ SOFRENDO ALGUM TIPO DE VIOLÊNCIA SEXUAL?


Somente em 40% dos casos existe evidência física. Sendo assim, os principais sinais que a criança pode mostrar e podem ser observados pelos pais ou educadores são comportamentais. Fique de olho nos seguintes sinais:

·         Perda do apetite ou compulsão alimentar;
·         Pesadelos, medos inexplicáveis de pessoas ou lugares;
·         Apatia, afastamento dos amigos;
·         Perda dos antigos hábitos de brincar;
·         Voltar a chupar o dedo, fazer xixi na cama ou cocô nas calças;
·         Agressividade, diminuição do rendimento escolar, dificuldades de aprendizagem;
·         Fuga de casa;
·         Conhecimento ou comportamento sexual fora do esperado (exceto conceitos básicos e saudáveis de educação sexual);
·         Comportamento erotizado;
·         Irritação, sangramento, inchaço, dor, coceira, cortes ou machucados na região genital ou anal.

QUEM É O ABUSADOR?


O abuso sexual, na maioria das vezes, é cometido por uma pessoa da convivência da criança, na qual ela confia e tem sentimentos de afeto.
As estatísticas brasileiras demonstram que, entre os adultos de convivência, o pai, o padrasto, avô, tio, um amigo da família, vizinho e irmão mais velho são os agressores sexuais mais frequentes, apesar de existirem casos em que os agressores sejam do sexo feminino. Abusos cometidos por estranhos envolvendo violência física extrema são mais raros.
Os casos de abuso sexual infantil começam lentamente, apenas com a prática de "carinhos", trocas de presente, brincadeiras íntimas que raramente deixam lesões físicas, passando mais tarde para outros níveis mais íntimos de contato.

O QUE FAZER SE EU SUSPEITAR QUE A CRIANÇA SOFREU VIOLÊNCIA SEXUAL?

 

Em caso de suspeita, você pode procurar a ajuda de um profissional capacitado (psicólogo, médico, assistente social), do Conselho Tutelar da sua cidade ou da delegacia. Lembre-se que a denúncia ou notificação deve ser feita em caso de SUSPEITA. A investigação e/ou confirmação não é realizada pelos pais ou educadores, devendo os órgãos responsáveis se ocuparem disso.
Se a criança contar para você, procure ouvi-la. Tente mostrar um semblante acolhedor e enfatize que você acredita na criança, deixando bem claro que ela não é culpada por qualquer coisa que tenha sido obrigada ou tenha aceitado fazer.

Em seguida, você pode procurar ajuda nas seguintes instâncias: Conselho Tutelar, Ministério Público, Delegacia da Infância e Juventude, 

FONTE: PIPO E FIFI

http://www.pipoefifi.com.br/#!proteja/cjn9

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

CONHECENDO O PERFIL DE UM PEDÓFILO

COMO IDENTIFICAR UM PEDÓFILO


Todos os pais querem proteger seus filhos contra predadores, mas como manter seus filhos seguros quando você não sabe identificar o perigo? Qualquer pessoa pode ser um pedófilo, portanto pode ser difícil identificar um, principalmente porque a maioria dos pedófilos inicialmente conquistam a confiança das crianças que sofrem o abuso. Continue lendo para saber a quais comportamentos e características você deve prestar atenção, quais situações deve evitar e como evitar que seus filhos sejam alvos.


Entenda que qualquer adulto pode ser um pedófilo.

Não há nenhuma característica física, profissão ou tipo de personalidade que todos os pedófilos têm. Eles podem ser de qualquer gênero ou raça e a religião, profissão ou hobbies dessas pessoas podem ser os mais diversos possíveis. Um pedófilo pode ser charmoso, carinhoso e parecer uma pessoa boa enquanto tem pensamentos predatórios. Isso significa que você nunca deve descartar a ideia de que alguém pode ser um pedófilo.
Saiba que a maioria dos pedófilos são conhecidos pelas crianças que abusam.

Trinta por cento das crianças que sofreram abuso sexual, foram abusadas por um membro da família e 60 por cento por um adulto que conheciam e que não era um membro da família. Isso significa que somente 10 por cento das crianças abusadas foram abordadas por um completo estranho.
Na maioria dos casos, o pedófilo é alguém conhecido da criança por meio da escola ou de outra atividade, como um vizinho, professor, membro da igreja, instrutor de música ou uma babá.

Os membros da família como os pais, avós, tios, primos, padrastos, entre outros também podem ser predadores sexuais.

Conheça as características comuns de um pedófilo. 
Embora qualquer pessoa possa ser um, a maioria dos pedófilos são homens, sejam suas vítimas meninos ou meninas. Muitos pedófilos têm algum histórico de abuso no passado, seja físico ou sexual.

Alguns também têm problemas mentais, como um distúrbio de humor ou personalidade.
Os homens heterossexuais ou homossexuais podem ser pedófilos. A ideia de que os homossexuais têm mais tendência à pedofilia é um mito.
As mulheres pedófilas têm uma tendência maior de abusarem meninos do que meninas.


Fique ciente dos comportamentos comuns demonstrados pelos pedófilos.
Normalmente, eles não demonstram tanto interesse por adultos quanto pelas crianças. Eles costumam ter muitos empregos que permitem o contato com crianças de determinada faixa etária ou planejam outras formas para que possam passar algum tempo com crianças, praticando atividades de professores ou babás.

ü Os pedófilos tendem a falar sobre crianças como se estivessem falando sobre adultos. Eles podem fazer referência a uma criança como fariam a um amigo adulto ou companheiro.[8]
ü Os pedófilos normalmente dizem que amam todas as crianças e sentem-se como se ainda fossem crianças.
ü O pedófilo normalmente passa por um processo por meio do qual ele conquista a confiança da criança, algumas vezes até a confiança dos pais.
ü O pedófilo normalmente passa por um processo por meio do qual ele conquista a confiança da criança, algumas vezes até a confiança dos pais. 

Preste atenção a isso. Durante o período de meses ou até anos, um pedófilo pode tornar-se um amigo confiável da família e pode oferecer-se para cuidar da criança, levá-la ao shopping, para passear ou passar algum tempo com a criança de outras formas. Muitos pedófilos não começam a abusar da criança até que conquistem sua confiança.

Os pedófilos procuram por crianças que são vulneráveis a suas táticas, pois têm pouco apoio emocional ou não estão tendo atenção suficiente em casa. O pedófilo tentará ter uma figura paterna para a criança.
Alguns pedófilos procuram por crianças de pais solteiros, que não estão tão disponíveis para dar muita atenção.

Um molestador de crianças normalmente usará vários jogos, truques, atividades e linguagens para ganhar a confiança e/ou enganar a criança. Entre essas táticas estão: guardar segredos (os segredos são muito valiosos para a maioria das crianças, que se sentem “adultas” e poderosas), jogos sexuais explícitos, carícias, beijos, toques, comportamentos sexualmente sugestivos, exposição da criança a materiais pornográficos, coerção, suborno, bajulação, e – o pior de todos – afeição e amor. Saiba que essas táticas são usadas basicamente para isolar e confundir a criança.

Verifique as atividades extracurriculares de seu filho

A melhor maneira de proteger seu filho contra pedófilos é estando o mais envolvido possível na vida de seu filho. Eles procurarão por uma criança vulnerável e que não recebe muita atenção dos pais. Apareça nos jogos, ensaios, excursões e passe algum tempo com os adultos que participam da vida de seu filho. Deixe claro que é um pai envolvido e presente.

ü Se não puder participar de uma viagem ou passeio, certifique-se de que pelo menos dois adultos que conhece bem serão os responsáveis.
ü Não deixe seu filho sozinho com adultos que não conhece bem. Até os parentes podem ser uma ameaça. O segredo é ficar o mais presente possível.

Caso tenha uma babá, coloque uma câmera em sua casa.

Em alguns momentos você não poderá estar presente, portanto use recursos para ter certeza de que seu filho estará seguro. Coloque uma câmera escondida para detectar qualquer atividade inadequada. Mesmo que conheça alguém muito bem, é melhor tomar determinadas precauções para a segurança de seu filho.



Ensine seu filho sobre segurança na internet. 

ü Certifique-se de que ele saiba que as pessoas perigosas podem fingir que são crianças ou adolescentes para atrair as crianças na internet. Monitore seu filho enquanto ele estiver usando a internet e crie regras para estabelecer limites. Converse sempre com seu filho sobre as pessoas com as quais ele está conversando.
ü Certifique-se de que seu filho saiba que nunca deve enviar fotos para uma pessoa que conheceu na internet, nem marcar encontros com essas pessoas.
ü Saiba que as crianças normalmente escondem coisas que fazem na internet, portanto você precisará ter muita atenção para manter-se informado.

Certifique-se de que seu filho se sinta emocionalmente protegido.

Como as crianças que não recebem muita atenção costumam ser mais vulneráveis, lembre-se de passar bastante tempo com seu filho para que ele se sinta protegido. Tenha tempo para conversar com seu filho todos os dias e construa um relacionamento aberto e de confiança.

ü Demonstre interesse por todas as atividades de seu filho, como os trabalhos da escola, as atividades extracurriculares, os hobbies e outras coisas.

ü Faça com que seu filho saiba que pode contar qualquer coisa para você e que você sempre estará disposto a conversar.


Ensine seu filho a identificar toques inadequados.

Muitos pais usam o método do “toque bom, toque ruim, toque secreto”. Você deve ensinar seu filho que existem alguns toques adequados, como batidinhas nas costas ou nas mãos. Existem também os toques “ruins”, como tapas ou chutes. Além disso, existem os toques “secretos” que são aqueles sobre os quais as pessoas dizem que elas não devem contar a ninguém. Use esse método ou algum outro para ensinar seu filho que alguns toques não são bons e que, quando algum acontecer, ele deve contar a você imediatamente.

ü Ensine seu filho que ninguém deve tocá-lo em suas regiões íntimas. Muitos pais definem essas áreas como aquelas que devem ser cobertas pelas roupas de praia.
ü Diga para seu filho falar “não” e sair quando alguém tentar tocá-lo nessas áreas.
ü Diga a seu filho para procurá-lo imediatamente se alguém tocá-lo de maneira inadequada.

Identifique quando alguém estiver agindo de maneira diferente com seu filho.

Se perceber que seu filho está tendo um comportamento diferente, aborde o assunto para descobrir o que há de errado. Se perguntar regularmente a seu filho como foi o dia dele, inclusive sobre os toques bons, ruins ou secretos, ajudará a manter uma comunicação aberta. Sempre preste atenção quando seu filho disser que foi tocado de maneira inadequada ou se ele disser que não confia em um adulto. Confie primeiro em seu filho.

ü Nunca descarte o que seu filho disser, mesmo que o adulto em questão seja um membro confiável da sociedade ou parecer incapaz de fazer algo assim. Isso é exatamente o que o molestador quer.

ü Lembre-se que a coisa mais importante que pode fazer para proteger seu filho é prestar atenção a ele. Avalie suas necessidades e desejos, converse com ele e, o mais importante, seja o melhor pai que puder. Para finalizar, lembre-se: se você não prestar atenção a seu filho, outra pessoa prestará.
Fontes e Citações


Fonte: WikiHow









segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

BBB 16: FACEBOOK DE LAÉRCIO TEM FOTOS DE ADOLESCENTES SEMINUAS: "EFEBÓFILO"

O brother têm sido acusado de pedofilia dentro e fora da casa então quando internautas acharam sua rede social o choque não foi tão grande. Mas foi grande o bastante.


As queixas de que o brother Laércio, 53, seria pedófilo estão por toda a rede e, especialmente, em grupos anônimos no Facebook. No último fim de semana os internautas acharam a conta do participante e o que acharam é de deixar muita gente assustada: o brother publica fotos de adolescentes seminuas, curte páginas de armas e até curtiu a fanpage da participante de "Master Chef Junior" que esteve envolvida em polêmicas.

Até que demorou para a página do brother vir à tona. No Facebook do participante, os internautas acharam fotos de adolescentes de sutiã e calcinha e a fanpage da participante de 12 anos do "MasterChef Júnior" que teria sido alvo de pedofilia. Além disso, também descobriram que o participante segue páginas de armas e supremacia racial. 

Um dos compartilhamentos que mais ganhou foco foi de 2013, quando o tatuador compartilhou em sua página a foto de uma adolescente seminua. Um amigo do participante brincou chamando-o de "pedófilo" e, em resposta, o brother escreveu "efebófilo" - quem sente atração por adolescentes. Os internautas não gostaram nada nada e teve quem comentasse a atitude do tatuador.
Após comunicar os outros brothers na casa que seria adepto da poligamia e de namorar meninas de 16 e 17 anos, Laércio chamou a atenção e gerou certo medo nas sisters. Ana Paula foi a única a desabafar sobre o brother após perceber que o mesmo a olhava estranho e teria feito gestos olhando para ela e para a participante Munik de 19 anos.

FONTE: IG

http://gente.ig.com.br/2016-02-01/bbb-16-facebook-de-laercio-tem-fotos-de-adolescentes-seminuas-efebofilo.html


GOVERNO FEDERAL LANÇA CAMPANHA NACIONAL ENFRENTAMENTO DA VIOLÊNCIA SEXUAL CONTRA CRIANÇAS E ADOLESCENTES NO CARNAVAL

No período de carnaval, há um aumento de 20% nas denúncias de violações de direitos de crianças e adolescentes no Disque 100. A violência sexual é a quarta violação mais denunciada.
No carnaval, aumentam os riscos de crianças e adolescentes serem expostos a situações de abuso e exploração sexual por conta da grande movimentação turística no país neste período. Para alertar a população sobre a importância de denunciar os casos de violação de direitos de meninas e meninos, a Secretaria de Direitos Humanos do Ministério das Mulheres, da Igualdade Racial e dos Direitos Humanos realiza todos os anos a Campanha Nacional de Enfrentamento da Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes no Carnaval.


Com o tema “Não desvie o olhar. Fique atento. Denuncie. Proteja nossas crianças e adolescentes da violência”, a mobilização destaca o Disque 100 como o principal canal de recebimento de denúncias sobre violações de direitos humanos do governo federal, além dos conselhos tutelares. A campanha consiste na distribuição de material educativo em todas as capitais brasileiras e em 15 cidades turísticas consideradas centros carnavalescos.

A violência sexual - que inclui, por exemplo, casos de abuso, exploração e turismo sexual - é a quarta violação contra crianças e adolescentes mais denunciada no Disque 100. Apenas em 2015, foram registradas 17.583 denúncias desse tipo, o que representa quase 50 casos por dia.

Além da violência sexual, a população também deve ficar atenta e denunciar qualquer violação de direitos de humanos de crianças e adolescentes no carnaval, como situações de negligência, violência física e trabalho infantil. Ao longo do ano passado, o Disque 100 recebeu 80.437 denúncias relacionadas a algum tipo de violação de direitos de meninos e meninas, o que representa 58% do total de demandas que chegam ao Disque. No período de carnaval, há um aumento de 20% nos registros.

Disque 100: Coordenado pela Secretaria de Direitos Humanos, o Disque Direitos Humanos (Disque 100) é o principal canal de comunicação da Ouvidoria Nacional dos Direitos Humanos com a sociedade. Trata-se de um serviço de atendimento telefônico gratuito criado para receber denúncias sobre violações de direitos humanos, em especial as que atingem populações com maior vulnerabilidade.

O serviço funciona 24 horas por dia, incluindo sábados, domingos e feriados. As ligações são feitas de qualquer telefone fixo ou móvel. As denúncias podem ser anônimas e o sigilo das informações é garantido, quando solicitado pelo demandante. As demandas recebidas pelo Disque 100 são encaminhadas, no prazo máximo de 24 horas, aos órgãos competentes para apuração das responsabilidades.

O balanço dos dados do Disque 100 referente ao ano de 2015 está disponível em:
Assessoria de Comunicação Social Fone: (61) 2027-3941


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