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terça-feira, 30 de agosto de 2011

POLÍCIA PRENDE CAMINHONEIRO SUSPEITO DE PEDOFILIA CONTRA 30 CRIANÇAS E ADOLESCENTES NO MEIO-OESTE


Após investigações, apareceram outras pessoas que foram vítimas do homem há 10 anos

Um caminhoneiro de 33 anos foi preso na quinta-feira suspeito de pedofilia em Caçador, no Meio-Oeste de Santa Catarina. Segundo as investigações da Polícia Civil, o homem pode ter estuprado cerca de 30 crianças e adolescentes em 10 anos.

Após receber denúncias, a delegada Patrícia Cristina Fronza, da Delegacia de Proteção ao Adolescente, à Mulher a ao Idoso, passou a investigar o homem e descobriu outros casos envolvendo o caminhoneiro. Sabendo da investigação, o caminhoneiro teria ameaçado algumas vítimas. No último domingo, a casa de uma delas sofreu um atendado a tiros.

Ao saber das ameaças e do atentando, a delegada pediu a prisão preventiva do suspeito. A polícia cumpriu o mandado na tarde de quinta-feira, no bairro Martelo, onde o homem morava em Caçador. O suspeito estava num posto de combustíveis.

Na casa do caminhoneiro, os investigadores também apreenderam DVDs, equipamentos eletrônicos, entre eles um videogame, e um arma calibre 38. A perícia apontará se o revólver foi usado no atentado. Por causa da arma, o caminhoneiro também acabou preso em flagrante por porte ilegal de arma.

— Para proteger as testemunhas e as vítimas, precisamos pedir a prisão dele. As pessoas estavam em risco. Moradores informaram que ele é um pessoa muito violenta — ressaltou Patrícia.

As vítimas, sempre meninos, seriam crianças e adolescentes entre oito e 15 anos moradores do bairro. Algumas eram ameaçadas e persuadidas pelo caminhoneiro, que levaria os menores, convidando para jogar videogame. Alguns meninos até acompanhavam o homem em viagens de caminhão. Um exame vai averiguar se houve a violência nos casos mais recentes.

Até esta sexta-feira, as investigações apontavam a ligação entre o homem e cinco estupros recentes. Com o início das investigações, cerca de 30 pessoas já contataram a delegada para denunciar abusos do homem. Alguns casos teriam ocorrido há 10 anos.

Em depoimento à polícia, o caminhoneiro, que morava com os pais, confirmou que manteve contato com os adolescentes, porém negou os crimes. Afirmou que tudo é uma conspiração. Ele será indiciado por estupro de vulnerável e porte ilegal de arma.
DIÁRIO CATARINENSE

domingo, 28 de agosto de 2011

PEDÓFILOS EM IGREJAS




Sob um exame jurídico e ético criterioso, o delito de pedofilia é um dos mais graves catalogados em nossa lei penal, merecendo, então, seus autores e agentes punição exemplar e corretiva. São crianças que os pedófilos agridem e corrompem, enganando-as, mentindo para elas e conduzindo-as a atos libidinosos condenáveis e inaceitáveis sob qualquer justificativa. Agridem, ainda, os pais das crianças ofendidas, sendo que muitos deles, perdendo o controle, cometem homicídios ou lesões corporais graves, em defesa de seus filhinhos.

Entretanto, a pior espécie de tais animais são aqueles que se escondem nas igrejas e agem com a cobertura e proteção do manto sagrado de Cristo, pecando e pecando da forma mais vil e indecorosa, no uso da inocência infantil. Eles existem na igreja católica e nas evangélicas, atuando à socapa e levando sempre os pais de suas inocentes vítimas a acreditarem que são pessoas dignas e corretas, porque padres, pastores ou diáconos e, assim, incapazes de realizarem tamanhos males aos seres humanos. Engano grave e que já levou milhares de crianças ao desespero e até a incuráveis sequelas psicológicas.

Em Rio Claro, tivemos caso grave de pedofilia e que mereceu a apreciação satisfatória do Poder Judiciário. Agora, mais recentemente, tivemos vários casos de pedofilia atribuídos a um pastor, de uma igreja evangélica de nossa vizinha cidade de Corumbataí, sendo do conhecimento público que um pai desesperado, por atos de pedofilia contra sua filha de nove anos, adentrou a igreja e retirou, mediante agressões físicas, o descarado pastor pedófilo, em plenas pregações morais e atos de conselhos aos fiéis. E o pai não está certo?

Não importa a que religião esteja ligado o pedófilo e muito menos o cargo ou posição que ocupe, porque a gravidade do delito leva todos a um sentimento inusitado de repugnância, exigindo punição exemplar, pelo menos, como satisfação às vítimas dos atos injustificáveis. E assim devem ser considerados, porque na defesa de tais delinquentes os advogados não podem alegar nem legítima defesa, nem inexigibilidade de outra conduta e muito menos exercício regular de um direito. Trata-se de crime grave e que deve ser punido sempre de forma exemplar e satisfatória.

Aos pais das vítimas do delito de pedofilia resta não descuidar das apurações e andamentos dos respectivos processos criminais, ingressando, ademais, com ações civis por danos morais e materiais contra os agentes e autores, atuando, assim, no único órgão de sensibilidade que tais monstros conhecem e que é o bolso. Ajam, contratando advogados de sua confiança, porque seus filhos merecem esse apoio, que, somente, os pais podem dar de forma humana e esperada. E esperamos, ainda, que as igrejas respectivas, que acolhem esses monstros, realizem punição exemplar, inclusive expulsão e ostracismo.

A CRÍTICA DO PONTO: São sempre agradáveis as notícias que a imprensa local nos proporciona sobre a vinda de inúmeras empresas para nossa terra. E são bastante agradáveis porque essas empresas aqui aportam pelas condições próprias da cidade e da região, independentemente dos Poderes Públicos, apesar de querem eles que os feitos sejam de suas autorias, o que não é verdade e, como políticos, sempre se sentem à vontade com suas mentirinhas e alegações menores. Ainda bem que Rio Claro é muito maior que eles e está bastante acima deles!

José Carlos de Carvalho Carneiro

(O autor é advogado, jornalista e empresário. E-mail: carneirojc@ig.com.br - carneirojcc@uol.com.br - twitter.com/@carneirojc)

EXPLORAÇÃO E ABUSO SEXUAL EM HIDRELÉTRICAS MAIS QUE DOBRARAM EM UM ANO




A abordagem se dá na porta dos colégios ou nas imediações. Meninas de uniforme escolar comprando roupas e calçados, acompanhadas de homens mais velhos, são vistas por comerciantes locais com frequência. Agentes de saúde relatam a ocorrência cada vez maior de gravidez e de doenças sexualmente transmissíveis entre adolescentes. Cresce também o número de bares que funcionam como prostíbulos. Cada um, à sua maneira, em Porto Velho, percebe as transformações em curso na cidade desde que duas usinas hidrelétricas começaram a ser construídas, há cerca de quatro anos. Além de progresso econômico, Jirau e Santo Antonio levaram para a capital de Rondônia a exploração e o abuso sexual de crianças e adolescentes. O número de casos mais que dobrou entre 2009 e 2010 — passando de 306 para 636, respectivamente. 

De tão graves, os dados que comprovam com rigor estatístico aquilo que os moradores da região já sabem levaram Maria do Rosário, chefe da Secretaria de Direitos Humanos, a Porto Velho nesta semana. Ela saiu do encontro na cidade disposta a intensificar o combate às violações ocorridas em canteiros de grandes obras espalhadas pelo país, sobretudo com a perspectiva de mais construções para a Copa de 2014. Dos 942 casos apresentados à ministra, 41% se referem à violência sexual extrafamiliar, ou seja, fora do círculo familiar, e 13,9% correspondem à exploração sexual. As informações são do Projeto Girassol, que atua no combate ao problema. Quase 70% dos registros foram colhidos pelos pesquisadores em boletins de ocorrência. Fichas de atendimento da área social e da saúde também contribuíram para dimensionar a situação.

Professora da Universidade Federal de Rondônia que participa do Projeto Girassol, Maria Berenice Tourinho descreve a realidade vivida atualmente como um misto de questões — o patriarcalismo como cultura, a ausência de poder público e a necessidade financeira de famílias que antes viviam do extrativismo. “Além disso, inclua trabalhadores que não vieram com suas famílias para os canteiros de obra, sem nenhuma opção de lazer qualificado, que não suportam a mesmice das horas livres no canteiro de obras e são levados para os distritos como forma de aliviar as tensões do dia de trabalho”, destaca Maria Berenice. Para a promotora da Infância e Juventude Tânia Garcia, é preciso fortalecer a rede de atendimento para acolher as vítimas, mas também prevenir a ocorrência da exploração sexual.

As violações sexuais são apenas um dos problemas sociais vivenciados por essa população. Eles também padecem sem escolas, segundo relatório recente da Plataforma Dhesca, uma rede de aproximadamente 30 organizações ligadas aos direitos humanos no país. Em abril, o relator da entidade que redigiu o documento, José Guilherme Zagallo, constatou 195 alunos sem estudar por falta de vagas. “As informações que recebemos das autoridades locais é de que os consórcios de Jirau e de Santo Antonio tinham se comprometido a fazer duas escolas. Mas só uma delas, a Nossa Senhora de Nazaré, no povoado de Z, estava funcionando”, diz Zagallo. 

Força-tarefa

Com o objetivo de prevenir e enfrentar a exploração sexual de crianças e adolescentes na região de influência da obra das usinas hidrelétricas Jirau e Santo Antonio, em Porto Velho, o Projeto Girassol conta com a participação de vários atores. São eles: o Centro de Defesa da Criança e do Adolescente, a Universidade Federal de Rondônia, a Petrobras e a organização Childhood. Entre as tarefas, estão a capacitação de professores no tema e o encaminhamento de vítimas para atendimento.

Missão emergencial

O documento é resultado da missão emergencial de monitoramento realizada em 31 de março e 1º de abril de 2011 pela Relatoria Nacional do Direito Humano ao Meio Ambiente visando investigar as denúncias de violações de direitos humanos relacionadas às obras das usinas hidrelétricas de Santo Antonio e Jirau, situadas em Porto Velho. Em abril de 2008, a situação na localidade já tinha sido alvo de outra inspeção da Plataforma Dhesca.

http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/brasil/2011/08/28/interna_brasil,267349/exploracao-e-abuso-sexual-em-hidreletricas-mais-que-dobraram-em-um-ano.shtml

sábado, 27 de agosto de 2011

SAIBA COMO IDENTIFICAR E INVESTIGAR PEDOFILIA


O gerente de desenvolvimento de negócios da TechBiz Forense Digital Jaime Rodrigues sugere o EnCase e o FTK para análise dos discos; LTU Engine para identificar imagens; e NetWitness para análise do tráfego de rede.



Em apenas um mês, entre julho e agosto de 2011, a Central Nacional de Denúncias de Crimes Cibernéticos do SaferNet Brasil registrou 1.368 denúncias únicas sobre pornografia infantil. Em 2010, as notificações encaminhadas à Polícia Federal pela CPI da Pedofilia chegaram a 70 mil, contra 10 mil em 2009. O aumento crescente da divulgação e da troca de material pornográfico envolvendo menores tem dado trabalho aos peritos dos institutos de criminalística e às empresas.
Desde 2008 diretores de companhias podem ser penalizados com até quatro anos de prisão caso seja encontrado esse tipo de material em suas redes. Alterações no Estatuto da Criança e do Adolescente responsabilizam quem permite a guarda ou fornece os meios de guarda de conteúdo de natureza pedófila. O que só reforça a necessidade de cuidados com o que se trafega internamente.
Seja no ambiente corporativo ou nos casos envolvendo as forças da lei, contar com softwares e hardwares que permitam coletar, analisar e apontar quem, quando, como e onde esse material impróprio circula é garantia de precaução contra maiores problemas. E as primeiras indicações do gerente de desenvolvimento de negócios da TechBiz Forense Digital, Jaime Rodrigues, são o EnCase e o FTK, soluções daGuidance Software e da AccessData, respectivamente.

“Esse é um trabalho de localização e análise, e as ferramentas que melhor fazem isso são as de forense digital”, diz Rodrigues. “O EnCase e o FTK são interfaces que facilitam o acesso e a identificação desse tipo de crime. São softwares que possuem ferramentas de busca por texto, expressões regulares, filtros por propriedades de arquivos. Informam se o documento é um DOC, se possui imagens que têm uma determinada variação de tamanho ou que contenham caracteres hexadecimais, representando pontos de cores de pele”, enumera.
Em geral as investigações desse tipo de crime são post-mortem, ou seja, acontecem depois de o “leite já estar derramado”. Se os peritos da polícia investigam máquinas apreendidas, no ambiente corporativo o foco costuma estar na análise de várias máquinas para identificar de onde saiu o conteúdo malicioso. Além disso, a investigação deve ser feita da forma mais discreta, sem que o trabalho seja interrompido.
Passo a passo
O primeiro passo da investigação é a duplicação da mídia suspeita e o seu bloqueio conta a escrita, o que evita a deturpação da evidência, – princípio básico da análise forense. Para desempenhar essas tarefas, a TechBiz utiliza os equipamentos Image MASSter Solo 4 ou FRED , além dos bloqueadores Tableau.
“O disco é apreendido pelas forças da lei, é feita uma cópia forense desse disco, que é aberto no EnCase Forensics ou no FTK que exibem uma galeria de imagens, tanto de foto quanto de vídeo, e permitem fazer filtros por palavras-chaves para tentar localizar o que se busca a partir do nome do arquivo”, explica Rodrigues.
No caso do FTK, a busca pode ser feita via EID (Explicit Image Detection), recurso exclusivo para localizar imagens de pedofilia e pornografia, identificando-as através das formas, cores, texturas e excluindo imagens que, com certeza, não estão associadas à pedofilia e à pornografia.

DNA da imagem
Caso não se queira visualizar todo o conteúdo coletado, uma boa alternativa é o LTU Engine, software que gera um DNA da imagem a partir da identificação de formas, cores, textura, conjunto de objetos na cena. A solução gera uma base de dados para efeito de comparação, que pode ser compartilhada entre empresas e forças da lei. A partir daí a ferramenta faz buscas no conteúdo suspeito identificando tudo o que é parecido com esse DNA.
Com uma margem de erro muito pequena o LTU identifica tudo o que é pornografia ou pedofilia dentro de uma mídia. Mesmo que as imagens localizadas no disco suspeito tenho sido alteradas de alguma maneira: sobrescritas com textos, tarjas, alterações de cor, diminuição de tamanho. O algoritmo do LTU consegue identificar os arquivos procurados.
Empresas
Segundo Rodrigues, no ambiente corporativo o ideal é utilizar oEnCase CyberSecurity e o FTK CIRT, ferramentas dedicadas à análise de máquinas em rede.
“Com essas soluções não é preciso coletar todos os discos de uma máquina para fazer análise. De um ponto central, as duas ferramentas são capazes de chegar em todas as máquinas da rede, fazer uma triagem, a coleta de imagens suspeitas e uma análise posterior, classificando-as como positivas ou negativas em relação a pedofilia – inclusive os vídeos. Esse trabalho exige máquinas especializadas, como o FRED, que rode e suporte os softwares.”
Visualização na rede
Para descobrir imagens de pedofilia trafegando na rede, a sugestão é oNetWitness Visualize, que possibilita a visualização de todo o tráfego de rede em galerias de imagens, em uma interface extremamente amigável. No painel é possível facilmente identificar de onde veio uma imagem e para onde ela foi. Também é possível alimentar o sistema de proteção para bloquear esse tipo de arquivo e evitar novos acontecimentos ou gerar alertas.
“O NetWitness pega o que trafega na rede e o EnCase e o FTK pegam o que está no disco, inclusive o que já foi removido. Se há, por exemplo, uma denúncia que envolve várias pessoas, pelo NetWitness é possível investigá-las e analisar todas as imagens que passaram pelas máquinas dos suspeitos. Com o Encase, o investigado vai até essa pessoa e analisa as imagens, valida as suspeitas e coleta as evidências”, explica Rodrigues, que também alerta: “A análise desse tipo de informação deve ser feita dentro de um processo coerente com os princípios forense, para que tanto o investigador quanto a empresa se salvaguardem. Os códigos internos de conduta e ética têm que ser revistos para possibilitar esse tipo de acesso ao dado na máquina do usuário.”

Resumo

Como as ferramentas de computação forense podem ajudar em caso de pedofilia.
• Duplicando a mídia suspeita;
• Bloqueando contra a escrita;
• Fazendo a triagem dos dados do disco ou das máquinas em rede, coleta das imagens suspeitas e análise com software de computação forense; • Visualizando o tráfego de rede e identificando o conteúdo; • Alimentando o sistema de segurança e bloqueando o conteúdo indevido identificado; • Buscando por palavras-chaves ou por formas, cores, texturas; • Analisando o DNA da imagem – o que dispensa a visualização do conteúdo; • Buscando por arquivos deletados , alterados ou sobrescritos; • Suportando, com máquinas parrudas, o volume e processamento dos dados; • Coletando de forma forense as evidências; • Gerando relatórios completos.

Como denunciar pedofilia na internet:

SaferNet Brasil



quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Austríaco abusou de duas filhas por quatro décadas, diz polícia

Casa de homem de 80 anos acusado de abusar de filhas por 40 anos

A polícia da Áustria está investigando um homem detido sob suspeita de aprisionar e espancar suas duas filhas, além de abusar sexualmente delas por um período de 40 anos, informaram as autoridades locais nesta quinta-feira.


O austríaco tem 80 anos e vivia ao norte da cidade de Braunau, na província da Alta Áustria. Segundo a polícia, ele manteve as filhas trancadas em uma pequena cozinha, tendo apenas um banco de madeira como cama, e as proibia de manter "qualquer contato social".



As mulheres, agora com 45 e 53 anos, escaparam quando ele tentou estuprar a mais velha, em maio, e ela reagiu, diz comunicado divulgado. O homem caiu no chão, não pôde buscar ajuda e foi encontrado dois dias depois por uma assistente social, que o encaminhou ao hospital.


O texto não dá detalhes sobre o paradeiro do homem, mas a imprensa austríaca informou que ele está no hospital de uma entidade para idosos.


Os abusos ocorreram entre 1970 e maio de 2011, segundo a polícia, que não revelou o nome dele nem se as mulheres tiveram filhos do pai.


A descrição do suposto abuso tem semelhança com o caso de incesto de Josef Fritzl, que abalou a Áustria três anos atrás.
Fritzl teve sete filhos com sua filha, mantida encarcerada num porão. Ele foi preso em 2009.

http://www1.folha.uol.com.br/mundo/965111-austriaco-abusou-de-duas-filhas-por-quatro-decadas-diz-policia.shtml

Mulher que mandou matar o pai após sofrer abuso é absolvida no Recife

Ela sofreu abusos desde os 9 anos de idade e teve 12 filhos com pai, assassinado em 2005






Severina Maria da Silva, de 44 anos, acusada pelo assassinato do pai, foi absolvida por unanimidade nesta quinta-feira, 25, no julgamento encerrado há pouco no Fórum Thomaz de Aquino, no Recife. Ela contratou dois homens para matar o pai no dia 15 de novembro de 2005. Severina sofria abuso sexual desde os 9 anos de idade e teve 12 filhos com o pai, Severino Pedro de Andrade.

Dos filhos que teve com o pai, na zona rural de Caruaru, no agreste pernambucano, sete morreram. Os cinco que sobreviveram, com idade entre 12 e 19 anos, assistiram ao julgamento. Segundo ela, a decisão de matar o pai se deu após ele tentar estuprar uma das filhas, na época com 11 anos. Severina chegou a ser presa por um ano e seis dias, mas foi liberada e aguardou o julgamento em liberdade.

A advogada de defesa, Pollyana Queiroz, comemorou a decisão. "A Justiça foi feita". Nem mesmo o promotor José Edivaldo da Silva pediu a condenação da ré. "Não se podia exigir dela outra conduta, embora que trágica". Severina agradeceu a todos que a ajudaram. "Deus me deu liberdade para cuidar dos meus filhos". Ela disse já ter se perdoado e também ao pai.



http://gazetaweb.globo.com/v2/noticias/texto_completo.php?c=239278

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

PAI É ACUSADO DE ABUSAR SEXUALMENTE DAS FILHAS NO BAILIQUE




Mais um caso de abuso sexual ocorrido no seio familiar, aumenta as estatísticas dessa modalidade de crime no Amapá, tendo como infrator o chefe da família.

João Antonio Correa de 55 anos foi preso por policiais militares na localidade de Itamatatuba no Arquipélago do Bailique, acusado de estuprar as filhas de 13 e 16 anos. 

De acordo com o cabo J. Márcio, do Batalhão Ambiental que conduziu João Antonio Corrêa a Macapá, para ser apresentado a Delegacia de Policia do Interior (D.P.I), as adolescentes afirmaram que vinham sofrendo abuso sexual desde a infância, e quando resolveram não aceitar mais a violência, foram ameaçadas de morte. 

O caso só veio à tona, depois que o namorado da menor de 16 anos, recebeu uma carta escrita por ela, relatando os momentos de sofrimento e revolta ocasionados pela atitude monstruosa do pai, e comunicou o fato a policia. “Tivemos acesso a uma carta escrita por uma das vítimas e entregue pelo seu namorado, denunciando o abuso sexual. Ao pedir informações das menores, constatamos realmente que se tratava de um crime cometido pelo pai contra as filhas, então conduzimos o acusado a Macapá para os procedimentos que o caso requer”, comentou o cabo J.Márcio.

A mãe das menores Maria Rozilda Corrêa, afirmou que não tinha conhecimento do abuso sexual praticado pelo esposo contra as filhas, chegou a desconfiar do excesso de ciúmes que João Antonio Corrêa tinha das adolescentes, mas suas indagações de desconfiança sempre foram negadas pelas vítimas “ Eu achava estranho o pai ter tantos ciúmes delas, mas não desconfiava de nada, porque elas não me contavam o que tava acontecendo, com medo de serem mortas”, desabafou Maria Rozilda Corrêa.
João Antônio Corrêa foi encaminhado ao Instituto de Administração Penitenciária do Estado (IAPEN) onde está à disposição da justiça.

PROEMINENTE CONFERÊNCIA PRÓ-PEDOFILIA PROVOCA HORROR NOS PARTICIPANTES



Nunca senti o nível de malignidade e opressão espiritual que senti naquela sala”, Matt Barber, vice-presidente do  Liberty Counsel Action, disse para LifeSiteNews.

BALTIMORE, MD, EUA, 23 de agosto de 2011 (Notícias Pró-Família) — Líderes pró-família que estiveram numa polêmica conferência pró-pedofilia na cidade de Baltimore na semana passada dizem que ficaram profundamente abalados com o que viram e ouviram.
“Como ex-agente policial lidei com situações envolvendo suicídio, homicídio e outros tipos de violência. Mesmo assim, nunca senti o nível de malignidade e opressão espiritual que senti naquela sala”, Matt Barber, vice-presidente do  Liberty Counsel Action, disse para LifeSiteNews.
“Esses ‘profissionais’ de saúde mental, e ativistas que se descrevem como pedófilos e ‘gays’ tiveram, não sei como, condições de discutir arrogantemente, de um modo quase indiferente, a ideia de estupro contra uma criança”, disse Barber. “Eles usaram termos psicológicos baratos, de modo elegante e eufemístico, para dar acobertamento quase científico para uma discussão acerca do pior tipo de perversão”.
A organização B4U-ACT patrocinou o evento em Baltimore na semana passada, no qual estiveram presentes profissionais de saúde mental e ativistas pró-pedofilia. A conferência examinou as maneiras em que “indivíduos que sentem atração por menores” podem se envolver numa revisão da classificação que a Associação Americana de Psicologia (AAP) faz da pedofilia.
Os líderes da conferência incluíam Fred Berlin da Faculdade de Medicina da Universidade Johns Hopkins, Renee Sorentino da Faculdade de Medicina da Universidade de Harvard, John Sadler do Centro Médico Sudoeste da Universidade do Texas, e John Breslow da Escola Londrina de Economia e Ciência Política.
Os palestrantes falaram para os 50 participantes presentes sobre temas que variavam desde a noção de que pedófilos são “injustamente estigmatizados e demonizados” pela sociedade até a ideia de que “as crianças não são inerentemente incapazes de dar consentimento” para fazer sexo com um adulto. Na discussão também houve argumentos de que o desejo de um adulto de ter sexo com crianças é “normativo” e que o Manual Diagnóstico e Estatístico de Desordens Mentais (MDEDM) ignora o fato de que os pedófilos “têm sentimentos de amor e romance por crianças” do mesmo jeito que adultos heterossexuais e homossexuais têm sentimentos românticos uns pelos outros.
Numa entrevista para Notícias Pró-Família/ LifeSiteNews (LSN), Judith Reisman, professora convidada da Universidade Liberty, disse, depois de estar na conferência, que “após a decisão ‘histórica’ Lawrence versus Texas [do Supremo Tribunal] em 2003, parafraseando o juiz Antonin Scalia, vale tudo”.
“Trato desse assunto em detalhe no meu último livro, ‘Sexual Sabotage’ (Sabotagem Sexual)”, disse ela. “Depois de Alfred Kinsey, os sexólogos começaram a ocupar nossas escolas, de modo que profissionais formados têm em grande parte sido treinados para ser uma forma de anarquistas sexuais”.
“Embora a estupidez de promover uma inofensiva sexualidade sem moral nos deixe diariamente chocados, nossas arrogantes populações ‘cultas’ dizem que a moralidade não tem lugar em nossas vidas sexuais”, disse Reisman. “Exatamente como a AIDS é uma consequência natural da educação sexual e meios de comunicação sem valores morais, assim também são os abusos sexuais contra crianças. Estamos criando um novo caráter humano e o abuso sexual contra crianças é cada vez mais parte desse caráter”.
“Eu, por minha parte, já estou farto”, Barber disse para LifeSiteNews. “Esses anarquistas sexuais, qualquer que seja a classe de sua perversão, precisam parar de incomodar nossos filhos e deixarem as crianças serem crianças”.
“Eles sabem que para possuir o futuro, eles precisam possuir a mente das crianças”, disse ele. “Daí, grupos como B4U-ACT, a Rede de Educação Gay, Lésbica e Hetero, a Federação de Planejamento Familiar e organizações semelhantes, utilizam as instituições acadêmicas, desde as pré-escolas até as faculdades de pós-graduação, para fazer lavagem cerebral e doutrinar”.
Conforme foi noticiado antes por LSN, B4U-ACT classifica a pedofilia como simplesmente outra orientação sexual e condena o “estigma ligado à pedofilia”. Howard Kline, diretor de ciência de B4U-ACT, criticou a definição de pedofilia usada pela Associação Americana de Psicologia, descrevendo seu tratamento de “pessoas que sentem atração por menores de idade” como “impreciso” e “equivocado”.
Semelhantes pressões políticas, então por ativistas homossexuais, levaram à desclassificação da homossexualidade como uma desordem mental em 1973 no MDEDM. Como consequência da desclassificação do MDEDM, o debate sobre a homossexualidade e os muitos danos documentados associados com o estilo de vida homossexual tem sido totalmente censurado nos círculos psicológicos acadêmicos.

Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com

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terça-feira, 23 de agosto de 2011

Abuso Sexual Infantil


 – AGOSTO 21, 2011







Vários casos de pedofilia são denunciados com mais freqüência do se imagina, mas poucos são vem ao conhecimento da mídia e da sociedade. Talvez por medo do agressor, poupar a vítima ou vergonha da sociedade, entre outros motivos.
Um dos casos de pedofilia e que causou grande repercussão em Bacabal foi do garoto de 12 anos abusado sexualmente por um conhecido de muitos anos da família e sem menor suspeita de um pedófilo.
Tita Vasco como era popularmente chamado, Francisco das Chagas Barros Loura, era também bastante conhecido na cidade. O caso aconteceu no mês de junho, Tita Vasco recebeu o mandado de prisão pouco tempo depois, mas até hoje ele encontra-se foragido.
De acordo com a mãe do garoto o mesmo foi levado para Terezinha PI neste mês de agosto para consulta de rotina onde o médico encaminhou o garoto para um psicólogo, mesmo sem saber o ocorrido com a criança.
Dia 17 de agosto de 2011, outro caso que também veio ao conhecimento da mídia e da sociedade, uma menina de 13 anos de idade residente do povoado Catucá também foi abusado sexualmente por seu vizinho, onde ela descreveu todo o ocorrido em um programa de TV local.
Mães, pais e famílias em desespero, estão criando mais coragem de buscarem ajuda tanto das autoridades e divulgarem seus casos para que não aconteça com outras crianças.
Quem são essas pessoas que sentem prazer sexual por crianças?
Eles são visto como doente na visão médica.
E como Monstros diante dos olhos da sociedade.
O que a sociedade aguarda verdadeiramente agora, é a punição devida aos suspeitos e a esperança de um dia viverem em paz, pois a marca de uma inocência abortada e que jamais vai ser esquecida.
meionorte.com

MENINAS CADA VEZ MAIS NOVAS EM POSES SENSUAIS. POR QUÊ?


Maquiagem carregada, salto, cabelos à la Amy Winehouse. Tudo isso aos 4 anos! Foram essas as imagens que chocaram pais, mães e o público em geral esta semana em um catálogo de lingerie infantil

Ana Paula Pontes



Se você já tinha se chocado quando viu nas notícias a pequena Thylane, de 10 anos, em pose sensual para a revista Vogue francesa, com certeza também não se conformou ao ver esta semana imagens de meninas de 4 anos (sim, 4 anos!) posando para a marca de lingerie, também francesa, Jour Après Lunes.

As fotos, que nos recusamos a publicá-las aqui, promovem uma coleção de lingerie destinada a meninas de 4 a 12 anos, que as exibe com um visual que remete ao mundo adulto feminino: cabelos no estilo da cantora Amy Winehouse, grandes óculos de sol e colares de pérolas.
 

O fato é que a publicidade chocou e repercutiu em diversos lugares do mundo. "O que é perturbador sobre a Jours Après Lunes não é apenas o fato de que a lingerie é para pessoas que provavelmente não devem ter idade suficiente para saber o que é uma lingerie, mas as fotos em seu site.” Esse é parte do texto publicado no Fashionista.com, que trouxe a história à tona.
 

Mas por que cada vez mais isso se repete e com meninas? Para Cristina Carvalho, educadora e coordenadora dos cursos de especialização em educação infantil da PUC-RJ, isso é um reflexo da maneira como a figura da mulher tem sido vista na sociedade.
 

Muitas vezes ouvimos falar que as crianças hoje são precoces, compreendem tudo tão cedo, sabem tudo. Elas não sabem nada. São inseridas em um mundo pronto e precisam compreender conceitos, normas, regras da sociedade. E cabe aos pais mediar essa relação do filho com o mundo. “A culpa não é do computador, da novela, da internet. Para criar valores, a criança precisa de alguém que os explique”, afirma. E critica: "Eu percebo que alguns pais têm se eximido da responsabilidade que o adulto tem de cuidar disso." Diálogo, paciência e dizer não, muitas vezes, fazem parte do educar. Dá trabalho!
 
Brincadeira x realidade

Sem ter consciência do que a maquiagem carregada, a roupa ou a pose sensual significam, a menina passa a reproduzir em seu dia a dia algo que não é bacana, mas que, para ela, é normal. A distância entre o mundo adulto e o infantil se encurta, assim como a infância. Precocemente, ela é estimulada a aceitar um comportamento a que não está preparada e pode se envolver em situações de risco amanhã. 

Vale aqui reforçar que isso é completamente diferente de imitar. Se a sua filha adora colocar os seus sapatos de salto e desfilar pela casa, ou ainda vestir uma roupa sua, tudo bem. “A imitação faz parte do desenvolvimento infantil. É benéfica. Afinal, é por meio do brincar com base na imitação que ela está conseguindo compreender as coisas do mundo”, conta Cristina. O problema é quando isso deixa de ser brincadeira.
 

Na educação dos filhos, como você já sabe, é preciso estar junto e lidar o tempo todo com o bom senso e olhar atento em suas vidas, para que, mais tarde, eles possam fazer suas escolhas. Mas em situações como essa a responsabilidade vai além dos pais. “Nós adultos precisamos nos perguntar se é isso que queremos para o mundo. Não dá para achar normal atitudes assim”, diz a educadora. E você? O que pensa de tudo isso? Compartilhe com a gente!