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quinta-feira, 14 de julho de 2011

MARCHA CONTRA A PEDOFILIA

A Marcha contra o abuso sexual da criança e do adolescente surgiu com o intuito de mobilizar as próprias crianças e adolescentes, além da sociedade e o governo como um todo, a combater essa forma cruel de violação de direitos de meninas, meninos e jovens brasileiros.
A finalidade é motivar a mobilização dos diferentes setores da sociedade, dos governos e da mídia para formação de uma forte opinião pública contra a violência sexual de criança e adolescente. Espera-se também estimular e encorajar as pessoas a denunciarem/revelarem situações de violência sexual, bem como criar possibilidades e incentivos para implantação e implementação de ações de políticas públicas capazes de fazer o enfrentamento do problema.
Com realização no dia 18 de maio de 2009, a primeira marcha contou com a presença de 600 adolescentes de escolas publicas, inconformados com o número de casos diários de abusos com seus amigos e parentes. Marcharam na Zona Sul de São Paulo e tiveram a concentração no “piscinão” da Av. Roberto Marinho, que contou com a participação do grupo Rede Ativa, do Circo Naiori e da presença do então Relator da CPI contra a Pedofilia, o Vereador Carlos Alberto Bezerra.
Este ano, segundo estimativas da Polícia Militar de São Paulo, aproximadamente 10 mil pessoas apoiaram a causa marchando, ou através de publicidade com camisetas, adesivos em carros e etc.

Participação de CLÁUDIA SOBRAL no Programa Cidinha Livre na Band RJ, cujo principal tema foi dia Dia Nacional de Enfrentamento ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes (18/05), quando foi ao ar.
Desde o dia 20/05 o vídeo já foi acessado por mais de 700 pessoas.
Isso mostra quanto é importante o tema.


Para lembrarmos sempre o Caso Aracelli, o dia 18 de maio foi estabelecido como
DIA NACIONAL DE COMBATE AO ABUSO E À EXPLORAÇÃO SEXUAL DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES, pela Lei no. 9.970, de 17 de maio de 2000, por iniciativa da então deputada Rita Camata (PMDB/ES), presidente da Frente
Esse crime, apesar de sua natureza hedionda prescreveu impune. O crime ainda causa indignação e revolta. 

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